Criação do Corredor Ecológico do Guarujá como Mecanismo de Ordenamento Territorial e Socioambiental

O município de Guarujá possui características peculiares, fruto da história de avanço em seu território, de sua vocação de turismo balneário e atividade portuária. Com o advento da ligação seca entre a ilha, onde se insere a cidade, e o continente, uma desordenada ocupação levou o município a apresentar graves problemas sociais e de segurança, decorrente de atividades ilegais e clandestinas. O presente artigo busca demonstrar cientificamente que o ordenamento territorial é possível se forem criados espaços protegidos, que lhes altere o regime jurídico de proteção. Já existe uma experiência muito bem sucedida com a criação da Área de Proteção Ambiental da Serra do Guararu e com a proposta de criar outra APA no maciço de Santo Amaro, objetivando a implantação de um corredor ecológico em Guarujá, que, com gestão compartilhada, se transformará em um precioso instrumento de proteção social e ambiental, com reflexos positivos na economia regional. O corredor atende também objetivos do Zoneamento Ecológico Econômico – ZEE, dos preceitos da Agenda XXI e do Plano Municipal da Mata Atlântica, em construção pela atual administração.

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